Apure o Simples do mês sobre uma base já auditada


A apuração do Simples Nacional na e-Auditoria audita e corrige a base fiscal antes de calcular o imposto do mês. O escritório contábil importa os documentos, a plataforma classifica os itens e segrega as receitas por anexo, e a apuração chega ao PGDAS sobre um dado já conferido. A decisão tributária continua com o contador.
Simples no nome, pesado na rotina
O Simples parece simples, mas a rotina mensal é repetitiva e difícil de escalar. Organizar documentos, classificar itens, segregar receitas por anexo, conferir apurações, preencher e transmitir no PGDAS, todo mês, cliente por cliente. O problema não é a complexidade técnica: é o peso operacional. Crescer a carteira exige contratar, o conhecimento fica em poucas pessoas e os critérios variam entre analistas.
Auditar, corrigir e só então automatizar
Menos tarefa manual todo mês
A rotina do Simples se repete todo mês: reunir documentos, classificar itens, segregar receitas por anexo, apurar e transmitir no PGDAS, cliente por cliente. O material técnico do Motor lista 21 tarefas dessa rotina que deixam de ser manuais quando a base está auditada e as regras estão parametrizadas na plataforma. O ganho não é apertar um botão: é deixar de refazer, todo mês, o que já foi decidido uma vez.


Exemplo do que deixa de ser manual
Solicitar os documentos ao cliente
Organizar os XMLs do período
Conferir a sequência das notas
Classificar os itens da base
Segregar as receitas por anexo
Identificar itens monofásicos e de substituição tributária
Consolidar o faturamento do período
Acessar o PGDAS
Preencher a declaração
Transmitir a apuração
Gerar o DAS
Enviar o DAS ao cliente
Critério que não depende de quem executa
O tempo devolvido tem destino

O que você ganha com isso
Menos tarefa manual na rotina mensal de cada cliente;
Critérios de classificação padronizados entre analistas;
Base fiscal auditada e corrigida antes da automação;
Carteira maior sem crescer a equipe na mesma proporção.
Perguntas frequentes sobre a apuração do Simples Nacional
O que a e-Auditoria faz na apuração do Simples Nacional?
A plataforma audita e corrige a base fiscal do cliente, classifica os itens, segrega as receitas por anexo e prepara a apuração do mês. O trabalho manual e repetitivo sai da rotina do analista. O enquadramento e a decisão tributária continuam com o contador.
A apuração roda sobre a base que o escritório já tem?
A base é auditada e corrigida antes de a apuração ser automatizada. Automatizar sobre uma base com erro de classificação ou de segregação acelera o erro em vez de resolvê-lo.
Quais tarefas da rotina mensal deixam de ser manuais?
Solicitar os documentos ao cliente, organizar os XMLs do período, conferir a sequência das notas, classificar os itens, segregar as receitas por anexo, identificar monofásicos e substituição tributária, consolidar o faturamento, acessar o PGDAS, preencher a declaração, transmitir a apuração e gerar o DAS. O material técnico do Motor do Simples Nacional lista 21 tarefas da rotina.
O Motor do Simples Nacional substitui o contador?
Não. O que sai da mesa é o trabalho manual repetitivo. A interpretação da norma, o enquadramento e a assinatura continuam com o profissional. O que muda é o critério: com a classificação e a segregação padronizadas na plataforma, ele para de variar entre analistas.
Funciona em escritório com carteira grande no Simples?
A Globo Ético, de Juiz de Fora (MG), atende mais de 500 clientes e o Simples responde por 50% a 60% da carteira. Foi o primeiro escritório a operar o Motor do Simples Nacional em rotina real, com clientes e prazos reais.
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