Ele reúne todas as informações sobre seus vínculos empregatícios, contribuições ao INSS e dados cadastrais essenciais para garantir que seus direitos sejam respeitados.
– Empregos formais: nome da empresa, período de vínculo e salários informados; – Contribuições previdenciárias: feitas via GPS (Guia da Previdência Social), eSocial, ou automaticamente pelas empresas; – Dados cadastrais: nome completo, CPF, data de nascimento, nome da mãe, NIT/NIS; – Histórico de benefícios: se o cidadão já recebeu aposentadoria, auxílio-doença, pensão etc.
Porque ele é a fonte oficial usada pelo INSS para comprovar o tempo de contribuição e calcular os direitos previdenciários. Quando o trabalhador solicita um benefício, é o CNIS que vai dizer se ele tem ou não direito — e qual o valor a ser pago.
A forma mais prática de verificar se você já tem CNIS é acessando o portal Meu INSS, que reúne todas as suas informações previdenciárias.
Pelo site: 1. Acesse meu.inss.gov.br. 2. Clique em “Entrar com gov.br”. 3. Faça login com seu CPF e senha (ou crie uma conta gratuita). 4. No menu inicial, clique em “Extrato de Contribuição (CNIS)”. Pelo App: 1. Baixe o app Meu INSS (disponível para Android e iOS). 2. Faça login com sua conta gov.br. 3. Siga os mesmos passos acima para consultar o extrato do CNIS.
Acesse o conteúdo completo no blog da e-Auditoria e confira: - Erros comuns no CNIS e como corrigí-los - Como usar o CNIS para planejar a aposentadoria - Responsabilidades das empresas e dos trabalhadores - Diferença entre CNIS, NIS, PIS e NIT