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Guedes defende criação de imposto digital, mas depois diz que tributo está ‘morto’

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender nesta quinta-feira (29), durante audiência pública no Congresso Nacional, a criação de um imposto sobre transações financeiras realizadas por meio digital, que ele chamou de “digitax”.

Logo depois, ainda durante a audiência, Guedes disse que, para ele, “o imposto está morto”. 

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Criação de novo imposto digital esbarra na pouca aceitação do Congresso

Os líderes do governo no Congresso têm uma missão difícil pela frente: convencer os pares em relação à criação de um novo imposto de transações digitais, nos moldes da CPMF.

O ministro Paulo Guedes defende sua implementação como uma necessidade para fazer frente às demandas orçamentárias, e tem sinal verde de Bolsonaro para testar a receptividade do tributo,

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Imposto digital de Guedes deve ampliar desigualdade tributária, dizem especialistas

Similar à antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), o novo “imposto digital” que o governo pretende criar deve ter peso maior para os mais pobres, ampliando a desigualdade tributária do país, dizem especialistas.

Segundo os analistas, as contrapartidas prometidas pelo governo para a criação do imposto –desoneração de folha, aumento da isenção do IR (imposto de renda) e ampliação do Bolsa Família– são insuficientes para compensar as distorções que seriam geradas na economia por um imposto amplo sobre transações financeiras.

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Entenda quais os problemas de um novo imposto digital

Diante da possibilidade de uma Reforma Tributária, a sinalização do Ministro da Economia, Paulo Guedes, da intenção de criar um novo imposto para taxar transações financeiras, mais especificamente pagamentos eletrônicos, já está preocupando os brasileiros.

Essa nova modalidade que já está sendo analisada pode ser enviada junto com a Reforma Tributária para minimizar as perdas de arrecadação do Governo com uma eventual desoneração da folha de pagamentos e é uma espécie de “imposto digital”.

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‘Imposto digital’ de Guedes vai tributar saques e pode incidir sobre mais operações que CPMF

Apesar de ter sido batizado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) de “imposto digital”, o novo tributo sobre transações financeiras que será proposto pelo governo está sendo desenhado para incidir sobre saques em dinheiro e pode ter um espectro de cobrança mais amplo do que a extinta CPMF.

O modelo está em fase final de formatação no Ministério da Economia,

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