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Guedes fala em tributo alternativo para compensar desoneração da folha

O ministro Paulo Guedes, da Economia, afirmou que o país precisa de “tributos alternativos” para compensar a desoneração da folha de pagamento, que considera necessária para a criação de empregos.

Guedes tem usado “tributo alternativo” quando quer se referir a criação do imposto sobre transações eletrônicas, que para muitos se assemelha a extinta CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

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Nova CPMF pode contaminar reforma tributária, diz presidente de comissão

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), presidente da Comissão Mista da Reforma Tributária no Congresso Nacional, disse que “não há ambiente político” para a recriação da CPMF. Segundo ele, a medida poderia “contaminar” a reforma. A declaração ocorreu no Palácio do Planalto, momentos antes de ele se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, ministros e líderes do governo.

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Maia: reforma garante mais justiça tributária aos entes federados

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a reforma tributária vai garantir mais justiça fiscal aos entes federados. Segundo ele, a proposta, ao organizar os tributos sobre bens e serviços, vai equilibrar a participação de estados, municípios e do Distrito Federal na distribuição de recursos e na arrecadação de impostos.

Maia participou de evento promovido pela Confederação Nacional dos Municípios que debateu o tema nesta segunda-feira (14).

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Consultoria disponibiliza estudos comparativos sobre reforma tributária

A Consultoria Legislativa da Câmara produziu cinco estudos que ajudam a compreender as propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso, comparando as mudanças entre elas e com a Constituição.

O consultor legislativo José Evande Araújo explica que foram consideradas apenas as propostas de emenda à Constituição PEC 45/19, que tramita na Câmara,

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Imposto digital de Guedes deve ampliar desigualdade tributária, dizem especialistas

Similar à antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), o novo “imposto digital” que o governo pretende criar deve ter peso maior para os mais pobres, ampliando a desigualdade tributária do país, dizem especialistas.

Segundo os analistas, as contrapartidas prometidas pelo governo para a criação do imposto –desoneração de folha, aumento da isenção do IR (imposto de renda) e ampliação do Bolsa Família– são insuficientes para compensar as distorções que seriam geradas na economia por um imposto amplo sobre transações financeiras.

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Rejeição a imposto sobre transações cai com vinculação a contrapartidas

A XP divulgou uma pesquisa de opinião que aponta uma rejeição de 78% dos entrevistados à criação de um imposto sobre transações. Contudo, a pesquisa também mostra que essa oposição da população cai se a cobrança for atrelada a contrapartidas.

O levantamento divulgado hoje, mostra que se o novo tributo for vinculado a um programa para substituir o Bolsa Família,

tributos

Novo imposto de Guedes pode arrecadar mais que antiga CPMF

O imposto sobre transações financeiras elaborado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) pode ter arrecadação até mesmo superior à da extinta CPMF.

Como estratégia política, o governo tem propagado o discurso de que estuda a criação de um “microimposto digital”, mas os dados mostram que o novo tributo poderia arrecadar mais que o antigo.

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Cintra: reforma gera aumento gigantesco de tributos no setor de serviços

O ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra disse nesta quinta-feira (13/8), discordar de leituras que acusam um aumento da carga tributária global na proposta do governo de unificar o PIS e a Confins com a criação, como primeira medida da reforma tributária, da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O professor ponderou, porém, que desagregando por setor,

Reforma tributária

“Guedes não tem reforma tributária nenhuma na mão”, diz Paulo Rabello de Castro

O economista Paulo Rabello de Castro, ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), concedeu entrevista ao iG nesta terça-feira (11) e se mostrou crítico à proposta de reforma tributária ‘fatiada’ que o governo federal tenta emplacar às pressas. Para Paulo Rabello, “o governo não tem  reforma tributária  nenhuma na mão”.

Reforma tributária

Plano de Guedes para aprovar CPMF inclui diminuir FGTS dos trabalhadores

O ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou ao presidente Jair Bolsonaro um plano para tentar diminuir as resistências no Congresso à criação de novo imposto sobre transações digitais – no mesmo modelo da extinta CPMF, mas com alcance maior.

Como contrapartida, segundo apurou o Estadão, a ideia é reduzir à metade o peso efetivo da tributação que as empresas pagam sobre os salários dos funcionários.

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