R$ 564 bilhões em isenções fiscais em 2024, representando quase 5% do PIB. É o bolsa empresário que ninguém assume. Especialistas admitem excesso e alertam: a conta não fecha. Confira >>>
A Emenda Constitucional 109/21 fixou limite: Até 2029, as isenções devem cair para 2% do PIB. Na prática? Já estamos em 4,8% e a tesoura segue guardada na gaveta. ✂️
A solução mágica em Brasília? Um corte linear de 10% nos benefícios fiscais. É como receitar o mesmo remédio para dor de cabeça e fratura exposta: barato, rápido e potencialmente desastroso.
Faltam revisões periódicas. Grande parte das isenções não tem prazo para acabar. Na prática, criam-se benefícios eternos, blindados de análise. O resultado é um sistema opaco, que transforma o orçamento em uma verdadeira caixa-preta. Enquanto isso, ninguém sabe se esses incentivos geram empregos ou só engordam balanços.
Claro que é você, contador! Aqui entra o seu protagonismo: mapear impactos, avaliar riscos e orientar empresas em meio à incerteza legislativa.
🖥️ Monitoramento contínuo de isenções. 🖥️ Dashboards que entregam transparência sem novela mexicana. 🖥️ Histórico que respalda decisões sem “jeitinho”.
Afinal de contas, no fim do dia, isso representa menos susto, mais previsibilidade. E você, contador, não fica só apagando incêndio, passa a ser guardião da clareza fiscal.