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A urgência do Governo em aprovar o PL 2.337/2021, aliada à falta de diálogo com a sociedade sobre a altera a tributação do Imposto de Renda, em meio a uma pandemia que tanto afetou a geração de riqueza do país, vêm gerando críticas de entidade contábeis por seus possíveis impactos no empreendedorismo e manutenção e geração de empregos. O relator do projeto de lei, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), reuniu-se com líderes de entidades contábeis, como o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP) e SESCON-SP para debater e o impacto tributário às empresas. Participaram ainda do encontro o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).

“Os profissionais da contabilidade são favoráveis à realização de uma reforma tributária, mas ela deve ser justa e contribuir para o crescimento do Brasil. Não podemos aceitar mais aumento da carga tributária, especialmente no momento em que as empresas necessitam de apoio dos nossos governantes para sobreviverem e continuar a gerar riquezas, emprego e renda para o país”, analisa José Donizete Valentina, presidente do CRCSP.

De acordo com as entidades, a proposta de reajuste das faixas para incidência da tributação do IRPF não chega a representar um terço da correção pelos últimos 24 anos de defasagem (113,09%, segundo dados do Sindifisco). Da mesma forma, haverá uma majoração da carga tributária de forma direta e indireta para as pessoas jurídicas. Com relação ao gatilho para o IRPJ, a alíquota atual, de 15%, cairá para 7,5% no primeiro ano. Se a arrecadação geral do Imposto de Renda subir mais do que a inflação, haverá um corte adicional de 2,5%

*O Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP) está à disposição dos jornalistas, caso necessitem de informações mais detalhadas ou fontes de informação sobre o tema.

 

 

 

 

 

 

 

 

*Fonte: contabilidadenatv.com.br

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