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Nelson Barbosa toma posse hoje no Ministério da Fazenda

Toma posse na tarde desta segunda-feira (21) o novo ministro da Fazenda Nelson Barbosa, ex-chefe da pasta de Planejamento. Ele substitui Joaquim Levy e tem como principal objetivo convencer o mercado que o ajuste fiscal vai ser mantido, como mostrou o Hora 1.

No fim de semana, ele participou de uma série de encontros em Brasília para adiantar o processo de transição tanto dele na Fazenda quanto o do Planejamento,

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Levy: demora em aprovar impostos pode obrigar alíquotas maiores

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que a demora do Congresso Nacional em aprovar as medidas do pacote fiscal pode atrapalhar a meta de resultado primário prevista no Orçamento de 2016, de superávit de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB). No seminário “Reavaliação do Risco Brasil”, realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o apoio do Valor,

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Sem CPMF, seguro-desemprego e abono correm risco, diz Levy

A não aprovação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) põe em risco programas de proteção ao trabalhador, como o seguro-desemprego e o abono salarial, afirmou, há pouco, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Ele participa de audiência pública no plenário da Câmara dos Deputados, transformada em Comissão Geral, e respondeu a diversos líderes partidários que disseram duvidar da aprovação do tributo.

Levy diz que é preciso ter muito cuidado ao mudar regra do FGTS

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta sexta-feira (14), após apresentação para mais de mil empresários na Amcham, em São Paulo, que é preciso ter muito cuidado quando se fala em mudar as regras do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), e que aumentar o seu rendimento significa elevar a prestação da casa própria.

Levy diz que é preciso ter muito cuidado ao mudar regra do FGTS

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta sexta-feira (14), após apresentação para mais de mil empresários na Amcham, em São Paulo, que é preciso ter muito cuidado quando se fala em mudar as regras do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), e que aumentar o seu rendimento significa elevar a prestação da casa própria.

Após rumores sobre a volta da CPMF, Joaquim Levy descarta seu retorno

A Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), que vigorou no Brasil entre 1997 e 2007 e ficou conhecida como ?imposto do cheque?, provocou desentendimentos entre membros do governo e do PT ontem, durante o congresso nacional do partido, na Bahia.

Governo prevê arrecadar até R$ 18 bi com nova tributação

O governo pode arrecadar de R$ 5 bilhões a R$ 18 bilhões com a alteração na tributação que trata de juros sobre capital próprio e lucros e dividendos. É o que aponta um estudo do Ministério da Fazenda obtido pelo ?Broadcast?, serviço em tempo real da ?Agência Estado?. O material, produzido pela equipe do ministro Joaquim Levy, contempla três alternativas de mudança na tributação e foi enviado à Câmara dos Deputados após requerimento da deputada federal Luiza Erundina (PSB/SP) sobre o assunto.

Dose exagerada do “remédio” contra a inflação ameaça prolongar recessão

Depois de seis altas seguidas, a taxa básica de juros alcançou na semana passada o maior nível desde o fim de 2008. E a maioria dos bancos e consultorias acredita que o Banco Central vai prosseguir com o aperto, levando a Selic além dos atuais 13,75% ao ano. Mas, para um número crescente de economistas, essa firmeza no combate à inflação ? que contrasta com a condescendência do primeiro mandato de Dilma Rousseff ? pode estar passando da conta.

Há chance de melhora na economia no segundo semestre, diz Levy

O Brasil tem condições de ter um segundo semestre favorável para a economia, afirmou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na sede do Fundo Monetário Internacional. “Eu acho que, se nós tomarmos as providências necessárias com rapidez, temos bastante chance de ver um segundo semestre favorável para a economia”, afirmou.

Esforço fiscal no Brasil vai levar pelo menos dois anos, diz ministro do Planejamento

SÃO PAULO – O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse nesta segunda-feira em São Paulo que o ajuste fiscal deve ser mais acelerado que processos semelhantes que ocorrem em outras economias, em razão das elevadas taxas de juros vigentes no país. Ele afirmou que o esforço perseguido pelo Brasil vai durar pelo menos dois anos, ressaltando que o governo está procurando adotar uma postura gradual no reequilíbrio das contas públicas.

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