Governo vai propor ‘alternativa’ a reajuste na tabela do IR

Brasília – Após participar de reunião com a presidente Dilma Rousseff e senadores da base aliada, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, afirmou nesta segunda-feira (9) que o governo vai propor ao Congresso Nacional ?alternativa? ao reajuste da tabela do Imposto de Renda. Ele, porém, não quis detalhar o que será feito.

Dilma diz que correção no IR superior a 4,5% ‘não cabe no Orçamento’

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (20) que não há recursos para correção maior que 4,5% na tabela do Imposto de Renda para pessoa física. A presidente disse que se comprometeu com a correção de 4,5% e que esse será o índice defendido pelo governo. No início do ano, ela vetou texto vindo do Congresso Nacional que corrigia a tabela em 6,5%.

Governo federal volta a cogitar reajuste no IR

Diante da crise política e das dificuldades de relacionamento da presidente Dilma Rousseff com o Congresso e as centrais sindicais, o Palácio do Planalto voltou a cogitar um reajuste de 6,5% na tabela do Imposto de Renda (IR) na fonte em 2015, embora enfrente resistência da equipe econômica. A correção foi aprovada pelo Congresso em dezembro passado e vetada em 19 de janeiro pela presidente Dilma com a justificativa de que não haveria espaço fiscal para uma correção acima de 4,5%.

Governo deve propor correção de 4,5% na tabela do IR

A presidente Dilma Rousseff vetou a correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda para Pessoa Física (IRPF) que estava prevista na Medida Provisória 656, aprovada no final do ano passado pelo Senado. Ontem, o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, disse que o governo pretende enviar a medida provisória ao Congresso Nacional propondo a correção na tabela do IRPF de 4,5%.

Tabela do Imposto de Renda acumula defasagem de 64,3%

A tabela do Imposto de Renda (IR) aprofundou ainda mais a defasagem em relação à inflação. O reajuste anual de 4,5% das faixas de cobrança não foi suficiente para compensar o avanço do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou 2014 em 6,41%. Trata-se do quinto ano consecutivo de correção abaixo da inflação.

CT-e: Correção, cancelamento e inutilização

Recebemos nesta última semana muitas dúvidas acerca da possibilidade de alteração de um Conhecimento Eletrônico emitido. Em primeiro lugar, mister se faz esclarecer que o CT-e tem existência própria e a autorização de uso do mesmo está vinculada ao documento eletrônico original, de modo que qualquer alteração de conteúdo irá invalidar a assinatura digital do referido documento e a respectiva autorização de uso.

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