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Presidente do CFC fala sobre as responsabilidades do contador

O presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Zulmir Breda, participou, nesta quarta-feira (18), da Câmara Técnica Debate. O evento, promovido pelo Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina (CRCSC), teve como tema: “Você sabe quais são as suas responsabilidades enquanto Profissional?”. Com o objetivo de discutir o impacto da conduta dos profissionais da contabilidade, tanto na área civil quanto na criminal, o debate contou com a moderação da presidente do CRCSC, Rúbia Albers Magalhães, e do vice-presidente Técnico do CRCSC, Roberto Aurélio Merlo.

Dados recentes da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério da Economia, mostram que existem cerca de 2.500 profissões catalogadas. Desse número, apenas 60, em média, são regulamentadas. Em sua fala de abertura, o presidente do CFC destacou como o interesse público está diretamente ligado à regulamentação. “Isso acontece porque a sociedade, de uma maneira geral, é atingida pelas informações que produzimos. Em nosso caso, nós ainda precisamos passar por um exame de qualificação. Ele serve para mostrar que as pessoas que estão exercendo a atividade têm conhecimento técnico e, acima de tudo, um leque de obrigações para cumprir perante a sociedade”, explicou.

De acordo com Breda, a legislação expressa detalhadamente o tipo de conduta que o profissional da contabilidade deve ter. Na ocasião, foram citados alguns desses normativos. Como é o caso do Código de Ética Profissional do Contador, estabelecido por meio da Resolução n.º 803/1996; da obrigatoriedade do contrato de prestação de serviços contábeis, regulamentada pela Resolução nº 1.590/2020; e do fornecimento da Carta de Responsabilidade da Administração, que é obrigatório segundo a Resolução nº 987/03.

“Precisamos ter um conhecimento aprofundado do sistema de normas legais para lidar preventivamente com as ameaças aos princípios fundamentais de ética. O código prevê todas as situações que podem acontecer no dia a dia de nossa atividade e indica o melhor tratamento a ser dado, tanto no sentido preventivo como no punitivo, caso o fato já tenha acontecido. Se restar alguma dúvida, os profissionais podem consultar os conselhos regionais”, ressaltou.

 

 

*Fonte: CFC

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